Arquivo da categoria: Bacia Rio São Francisco

Projeto participa do programa Globo Rural sobre o Rio São Francisco

Recentemente, o Projeto Peixes de Água Doce participou da série especial exibida pelo Globo Rural sobre o Rio São Francisco. O programa percorreu desde sua nascente na Serra da Canastra em Minas Gerais até sua foz entre os estados de Alagoas e Sergipe, mostrando as características ambientais, culturais e socioeconômicas deste importante rio brasileiro. Em Minas Gerais, a repórter e editora Ana Dalla Pria conversou sobre a pesquisa e o documentário desenvolvidos pelo projeto sobre os peixes do Velho Chico, além de ressaltar a importância ecológica de seus principais afluentes, como os rios Abaeté e Pandeiros. Confira abaixo a reportagem especial:

Projeto Globo Rural

 

Documentário e livro educativo sobre o Rio Grande disponibilizados na íntegra

Como forma de democratizar o acesso ao conhecimento produzido pelo projeto na Bacia do Rio Grande, disponibilizamos na íntegra o novo documentário do projeto, “Peixes de Água Doce: a Arte da Pesquisa”, em nosso canal no YouTube, e também o livro educativo “Peixes de Água Doce: Teoria e Prática nas Escolas: Bacia do Rio Grande” em nosso site. Estes materiais didáticos foram produzidos a partir das atividades de pesquisa e educação ambiental desenvolvidas ao longo de dois anos nesta bacia, totalizando a documentação de 41 espécies de peixes ao longo do Rio Grande e a realização de 286 oficinas de educação ambiental que contaram com a participação de 656 professores e 9.685 alunos em escolas da rede pública de ensino. Agradecemos fortemente os alunos, professores, diretores, escolas e instituições parceiras pelo envolvimento e participação em nosso projeto, estas publicações são dedicadas a vocês!

Conheça o livro educativo:

Livro educativo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assistir documentário:

Oficinas de escultura mostram percepção morfológica dos peixes pelos alunos

Dando continuidade às oficinas de Educação Ambiental, nos meses de fevereiro e março de 2015, foi realizado mais um ciclo de oficinas temáticas em escolas dos dez municípios abrangidos pelo projeto e também em Belo Horizonte. Desta vez a atividade escolhida para o momento lúdico do fazer artístico foi a escultura, uma linguagem da arte que permite explorar a tridimensionalidade.

No primeiro momento da oficina foram exibidos aos participantes trechos das filmagens realizadas pela equipe de pesquisadores, mostrando: habitat de algumas espécies de peixes do Rio Grande, variados comportamentos dessas espécies e também, numa abordagem bastante atual, impactos causados ao rio que contribuem para a problemática da falta de água que vem ocorrendo em vários locais do país.

Após uma roda de conversa onde pode-se tirar dúvidas e tecer comentários acerca do que viram nos vídeos, os participantes tiveram a oportunidade de ressignificar o aprendizado através da modelagem de esculturas de argila que representassem as espécies de peixes do Rio Grande.

Enquanto na pintura os alunos mostraram os peixes, os ambientes subaquáticos e as diferentes características das três regiões abrangidas pelo projeto, na escultura, percebeu-se que a maior preocupação na representação foi a morfologia das diversas espécies. Assim foram representadas desde características mais óbvias como as listras negras dos flamenguinhos e as pintas dos piaus-três-pintas, como também itens mais sutis, entre eles os barbilhões dos mandis e a longa nadadeira caudal do sarapó, além de representações do habitat das espécies e outros comportamentos, como o cuidado parental dos carás.

Dessa forma conclui-se que a escolha da escultura como linguagem da arte, para esse quinto ciclo de oficinas temáticas, desenvolveu nas crianças e jovens a percepção tridimensional da forma, revelada na preocupação de representar com a maior fidelidade detalhes que caracterizam cada espécie de peixe.

1-Bocaina de Minas - Escola Estadual Cônego João Severo
Bocaina de Minas – Escola Estadual Cônego João Severo
2-Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Manhã)
Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Manhã)
3-Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Tarde)
Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Tarde)
4-Liberdade – Escola Estadual Frei José Wulff
Liberdade – Escola Estadual Frei José Wulff
5-Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Manhã)
Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Manhã)
6-Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Tarde)
Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Tarde)
7-Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Turma 1)
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Turma 1)
8-Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Turma 2)
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Turma 2)
9-Bom Jardim de Minas – Escola Municipal São Sebastião
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal São Sebastião
10-Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Turma 1)
Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Turma 1)
11-Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Turma 2)
Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Turma 2)
12-Ijaci - Escola Municipal Maria Luiza da Paixão
Ijaci – Escola Municipal Maria Luiza da Paixão
13-Ijaci - Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes (Turma 1)
Ijaci – Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes (Turma 1)
14-Ijaci - Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes (Turma 2)
Ijaci – Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes (Turma 2)
15-Itutinga – Escola Estadual Jaime Ferreira Leite
Itutinga – Escola Estadual Jaime Ferreira Leite
16-Itutinga - Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva (Manhã)
Itutinga – Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva (Manhã)
17-Itutinga - Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva (Tarde)
Itutinga – Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva (Tarde)
18-Lavras – Escola Municipal José Luís Mesquita
Lavras – Escola Municipal José Luís Mesquita
19-Lavras – Escola Municipal Sebastião Vicente Ferreira (Manhã)
Lavras – Escola Municipal Sebastião Vicente Ferreira (Manhã)
20-Lavras – Escola Municipal Sebastião Vicente Ferreira (Tarde)
Lavras – Escola Municipal Sebastião Vicente Ferreira (Tarde)
21-Ribeirão Vermelho – Escola Estadual Antonio Novais
Ribeirão Vermelho – Escola Estadual Antonio Novais
22-Ribeirão Vermelho – Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho
Ribeirão Vermelho – Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho
23-Passos – Escola Municipal Hilarino Moraes (Turma 1)
Passos – Escola Municipal Hilarino Moraes (Turma 1)
24-Passos – Escola Municipal Hilarino Moraes (Turma 2)
Passos – Escola Municipal Hilarino Moraes (Turma 2)
25-Passos – Escola Municipal Oilda Valéria
Passos – Escola Municipal Oilda Valéria
26-São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Manhã)
São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Manhã)
27-São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Tarde)
São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Tarde)
28-São José da Barra – Escola Estadual de Furnas
São José da Barra – Escola Estadual de Furnas
29-São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Manhã)
São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Manhã)
30-São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Tarde)
São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Tarde)
31-Belo Horizonte – Colégio Pitágoras
Belo Horizonte – Colégio Pitágoras
32-Belo Horizonte – Escola Estadual Leopoldo de Miranda
Belo Horizonte – Escola Estadual Leopoldo de Miranda
33-Belo Horizonte – Escola Municipal Antonio Aleixo
Belo Horizonte – Escola Municipal Antonio Aleixo
34-Belo Horizonte – Escola Municipal Marconi
Belo Horizonte – Escola Municipal Marconi

Oficinas de educação ambiental são realizadas utilizando a técnica de origami

Entre os meses de setembro e novembro de 2014 foi realizado o quarto ciclo de oficinas nas escolas dos dez municípios da Bacia do Rio Grande e também nas escolas parceiras em Belo Horizonte, utilizando a técnica oriental do origami (dobradura de papel).

A oficina iniciou-se com a exibição de trechos selecionados das filmagens realizadas pela equipe de pesquisadores do projeto. Os vídeos escolhidos mostravam os tipos de mergulho e a dinâmica de trabalho dos mergulhadores em local de águas turbulentas, comportamentos curiosos das espécies de peixes, como cuidado parental, hábitos alimentares, estratégias de predação e de defesa, e os diferentes habitats em que vivem as espécies no Rio Grande. Em Belo Horizonte foi exibido mais um capítulo do documentário “Peixes do Velho Chico”.

Após a exibição dos vídeos, numa roda de conversa, foram esclarecidas as dúvidas e os participantes tiveram a oportunidade de acrescentar seus conhecimentos acerca dos temas abordados.

Na segunda parte da oficina a metodologia de artes utilizada foi a técnica mista. Primeiramente foi desenvolvido o origami e depois de dobrados os peixes, os alunos os decoraram conforme as espécies observadas nos vídeos. Em seguida, em uma folha de papel, criaram com desenho e colagem um ambiente de fundo do rio para colar os origamis de peixes. Foram distribuídos aos alunos os materiais necessários para realização da atividade e sugerido que escolhessem, a partir da exibição dos vídeos, como fonte de inspiração para a execução do trabalho, o que mais lhes tivesse chamado atenção.

O resultado das composições artísticas foi bastante interessante, pois a maioria dos alunos expressou os conhecimentos adquiridos através da exibição dos vídeos, representando comportamentos peculiares como: cardumes mistos de flamenguinhos e piaus-três-pintas, cará cuidando dos filhotes, o cascudo-abacaxi em seu habitat, o “beijo” da curimba no substrato, e o mergulhador realizando as filmagens subaquáticas, entre outros. Assim como na oficina de pintura, também pode-se observar que surgiram nos trabalhos artísticos, elementos presentes no cotidiano que enriqueceram as composições, como a figura do pescador, montanhas, cachoeiras e atividades humanas presentes na região.

Bocaina de Minas - Escola Estadual Cônego João Severo
Bocaina de Minas – Escola Estadual Cônego João Severo
Trabalho de aluno da  Escola Estadual Cônego João Severo
Trabalho de aluno da Escola Estadual Cônego João Severo
Bocaina de Minas - Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 1)
Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 1)
2 - Bocaina de Minas - Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 1) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 1)
3 - Bocaina de Minas - Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 2)
Bocaina de Minas – Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 2)
3 - Bocaina de Minas - Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Álvaro Benfica (Oficina 2)
4 - Liberdade - Escola Estadual Frei José Wulff
Liberdade – Escola Estadual Frei José Wulff
4 - Liberdade - Escola Estadual Frei José Wulff origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual Frei José Wulff
5 - Liberdade - Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 1)
Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 1)
5 - Liberdade - Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 1) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 1)
6 - Liberdade - Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 2)
Liberdade – Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 2)
6 - Liberdade - Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Professor José Estevão (Oficina 2)
7 - Bom Jardim de Minas - Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 1)
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 1)
7 - Bom Jardim de Minas - Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 1) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 1)
8 - Bom Jardim de Minas - Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 2)
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 2)
8 - Bom Jardim de Minas - Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Monsenhor Nardy (Oficina 2)
9 Bom Jardim de Minas - Escola Municipal São Sebastião
Bom Jardim de Minas – Escola Municipal São Sebastião
9 Bom Jardim de Minas - Escola Municipal São Sebastião origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal São Sebastião
10 - Ijaci - Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 1)
Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 1)
10 - Ijaci - Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 1) origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 1)
11 - Ijaci - Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 2)
Ijaci – Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 2)
11 - Ijaci - Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual Mauricio Zakhia (Oficina 2)
12 - Ijaci - Escola Municipal Maria Luiza da Paixão
Ijaci – Escola Municipal Maria Luiza da Paixão
12 - Ijaci - Escola Municipal Maria Luiza da Paixão origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Maria Luiza da Paixão
13 - Ijaci - Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes
Ijaci – Escola Municipal Prof Emílio Luis Lunkes
13 - Ijaci - Escola Municipal Prof Emilio Luis Lunkes origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Prof Emílio Luis Lunkes
14 Itutinga - Escoal Estadual Jaime Ferreira Leite
Itutinga – Escola Estadual Jaime Ferreira Leite
14 Itutinga - Escoal Estadual Jaime Ferreira Leite origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual Jaime Ferreira Leite
15 - Itutinga - Escola Municipal Erineia Maria Inacia de Carvalho Silva
Itutinga – Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva
15 - Itutinga - Escola Municipal Erineia Maria Inacia de Carvalho Silva origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Erineia Maria Inácia de Carvalho Silva
16 - Lavras - Escoal Municipal José Luís Mesquita
Lavras – Escola Municipal José Luís Mesquita
16 - Lavras - Escoal Municipal José Luís Mesquita origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal José Luís Mesquita
17 - Lavras - Escoal Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 1)
Lavras – Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 1)
17 - Lavras - Escoal Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 1) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 1)
18 - Lavras - Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 2)
Lavras – Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 2)
18 - Lavras - Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Sebastião Ferreira (Oficina 2)
19 - Ribeirão Vermelho - Escoal Estadual Antonio Novais
Ribeirão Vermelho – Escola Estadual Antonio Novais
19 - Ribeirão Vermelho - Escoal Estadual Antonio Novais origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual Antonio Novais
20 - Ribeirao Vermelho - Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 1)
Ribeirão Vermelho – Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 1)
20 - Ribeirao Vermelho - Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 1) Origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 1)
21 - Ribeirão Vermelho - Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 2)
Ribeirão Vermelho – Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 2)
21 - Ribeirão Vermelho - Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 2) origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Manuel Pereira Ramalho (Oficina 2)
22 - Passos - Escola Municipal Hilarino Moraes (Oficina 1)
Passos – Escola Municipal Hilarino Moraes (Oficina 1)
22 - Passos - Escola Municipal Hilarino Moraes (Oficina 1) Origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Hilarino Moraes (Oficina 1)
23 - Passos - Escola Municipal Professor Hilarino Moraes (Oficina 2)
Passos – Escola Municipal Professor Hilarino Moraes (Oficina 2)
23 - Passos - Escola Municipal Professor Hilarino Moraes (Oficina 2) Origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Professor Hilarino Moraes (Oficina 2)
24 - Passos - Escola Municipal Oilda Valéria
Passos – Escola Municipal Oilda Valéria
24 - Passos - Escola Municipal Oilda Valéria - origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Oilda Valéria
25 - São João Batista do Glória - Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 1)
São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 1)
25 - São João Batista do Glória - Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 1) Origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 1)
26 - São João Batista do Glória - Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 1)
São João Batista do Glória – Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 2)
26 - São João Batista do Glória - Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 2) - Origami
Trabalho de aluno da Escola Municipal Clotilde de Simone (Oficina 2)
27 - Sao José da Barra - Escola Estadua de Furnas
São José da Barra – Escola Estadual de Furnas
27 - Sao José da Barra - Escola Estadua de Furnas - Origami
Trabalho de aluno da Escola Estadual de Furnas
28 - São José da Barra - Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 1)
São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 1)
28 - Origami - São José da Barra - Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 1)
Trabalho de aluno da Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 1)
29 - São José da Barra - Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 2)
São José da Barra – Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 2)
29 - Origami - São José da Barra - Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 2)
Trabalho de aluno da Escola Estadual Juscelino Kubitschek (Oficina 2)
30 - Belo Horizonte - Colégio Pitágoras
Belo Horizonte – Colégio Pitágoras
31 - Belo Horizonte - Centro Pedagógico da UFMG (1)
Belo Horizonte – Centro Pedagógico da UFMG (Oficina 1)
32 - Belo Horizonte - Centro Pedagógico da UFMG (2)
Belo Horizonte – Centro Pedagógico da UFMG (Oficina 2)
33 - Belo Horizonte - Centro Pedagógico da UFMG (3)
Belo Horizonte – Centro Pedagógico da UFMG (Oficina 3)
34 - Belo Horizonte - Escola Estadual Leopoldo de Miranda
Belo Horizonte – Escola Estadual Leopoldo de Miranda
35 Belo Horizonte - Escola Municipal Antonio Aleixo
Belo Horizonte – Escola Municipal Antonio Aleixo

 

Percepção ambiental dos moradores ribeirinhos ao longo do Rio Grande

O projeto Peixes de Água Doce desenvolve uma pesquisa para conhecer melhor a percepção ambiental da população ribeirinha em relação ao Rio Grande e seus peixes. Para isso, pesquisadores estão coletando dados através da aplicação de questionários com os ribeirinhos ao longo deste rio em Minas Gerais. Até o momento, foram realizadas 51 entrevistas na nascente, 50 no alto e 72 no médio Rio Grande. Os resultados preliminares desta pesquisa estão revelando informações importantes que podem ser utilizadas para subsidiar a conservação dos recursos naturais deste rio.

Aplicação de questionários com moradores ribeirinhos
Aplicação de questionários com moradores ribeirinhos

Apesar de morarem até no máximo 1 km de distância do rio, a maior parte dos entrevistados, em todas as regiões, afirmou que não utiliza o rio para pescar. Dentre os que utilizam, a maioria usa a pesca como atividade recreativa. O alto Rio Grande foi a região que apresentou mais ribeirinhos que costumam pescar no rio, especialmente a jusante da Usina Hidrelétrica do Funil. Esta região também apresentou a maior frequência de pesca, com grande parte dos moradores realizando esta atividade mais de uma vez por semana.

Pescadores amadores no alto Rio Grande a jusante da UHE Funil
Pescadores amadores no alto Rio Grande a jusante da UHE Funil

A maioria das pessoas entrevistadas, em todas as regiões, relatou que não depende do Rio Grande para sua subsistência. Entre os que dependem, muitos justificam esta afirmativa pelo fato de utilizarem o rio para abastecimento de água. Principalmente no alto e no médio Rio Grande, os ribeirinhos costumam utilizar o rio para exercer atividades de lazer como nadar, pescar e passear.

Morador ribeirinho no médio Rio Grande Morador ribeirinho no médio Rio Grande

Em todas as regiões, a grande maioria dos entrevistados afirmou que observa impactos antrópicos sobre o Rio Grande e seus peixes. O impacto mais comum na região da nascente é o despejo de lixo e esgoto sem tratamento no rio. Nas demais regiões, além do despejo de lixo e esgoto, os moradores indicaram também os impactos provenientes do assoreamento e das barragens de usinas hidrelétricas ao longo do rio. De acordo com as entrevistas, a maioria das pessoas considera que, caso estes impactos continuem ocorrendo, o rio e os peixes irão acabar.

Despejo in natura de esgoto doméstico próximo a nascente do Rio Grande
Despejo in natura de esgoto doméstico próximo a nascente do Rio Grande

Todos os ribeirinhos entrevistados consideram fundamental preservar o Rio Grande, pois segundo eles, é importante preservar o meio ambiente em que vivem para que sejam mantidos os recursos naturais, como a água e o peixe, e consequentemente, a sobrevivência da população. Na região da nascente, muitos moradores sugeriram o tratamento do esgoto, atividades de educação ambiental para conscientização da população e fiscalização da pesca como medidas para preservação do rio e dos peixes. Nas demais regiões, além dessas medidas citadas, moradores também sugeriram a diminuição do número de usinas hidrelétricas implantadas no Rio Grande.

Rio Grande em Ribeirão Vermelho
Rio Grande em Ribeirão Vermelho

Os resultados preliminares da pesquisa realizada com os moradores ribeirinhos do Rio Grande mostram que a maior parte dos entrevistados tem consciência da importância do rio e dos peixes e também de sua preservação. Os resultados também mostraram que os ribeirinhos percebem os impactos negativos que atingem o rio, e que estes impactos aumentam ao longo de seu curso.

Rio Grande em São José da Barra (Furnas)
Rio Grande em São José da Barra (Furnas)